terça-feira, 20 de outubro de 2009
Uma boa oportunidade
A 12 e 14 de Novembro, "O Viúvo" estará nas bancas com a Visão e o Expresso respectivamente, integrado na colecção jornalistas escritores - escritores jornalistas. Ainda não li "O Viúvo", mas de Fernando Dacosta conheço "Nascido no Estado Novo" e "Memórias de Salazar". São narrativas que conseguem proporcionar-nos uma perspectiva que concilia mais do que é normal nas obras sobre o tema, o lado humano com a vertente histórica do que era viver no Estado Novo. Fernando Dacosta é um autor que passa injustamente despercebido nos dias que correm, quando o seu trabalho é um importante contributo para apreender a complexidade de um período que tanto nos marcou. Sobretudo, para aqueles que como eu, já nasceram em democracia. Por 3,90€, é de aproveitar.
Um ignorante pelos padrões literários cosmopolitas
The Man Booker Prize 2009 - "Wolf Hall" de Hilary Mantel
Não conheço a autora nem o livro. Gaita, nem o vencedor do ano passado ("Tigre Branco" de Aravind Adiga) ainda li.
Prémio Nobel 2009 - Herta Müller
Nunca vi a senhora mais gorda.
Prémio José Saramago 2009 - "As Três Vidas" de João Tordo (Quidnovi)
Vá lá...Ainda não li, mas ao menos já o comprei. A parte mais cara já está despachada.
Prémio Literário Fernando Namora 2009 - "A Sala Magenta" de Mário de Carvalho (Caminho)
Conheço apenas de reputação. Tanto o galardoado, como o autor que dá nome ao prémio. Tenho um livro de cada em casa para me apresentar, mas ainda não chegou a sua vez.
Prémio P.E.N. Clube de Ficção 2009 - "Myra" de Maria Velho da Costa (Assírio e Alvim)
Está na lista.
Prémio Leya 2009 - "O Olho de Hertzog", de João Paulo Borges Coelho
O vencedor da primeira edição não me cativou o suficiente para ler tal tijolo. Achei que o jaguar estava bem era à solta na selva. O vencedor deste ano é uma incógnita para mim. Nem de nome o conheço.
Não conheço a autora nem o livro. Gaita, nem o vencedor do ano passado ("Tigre Branco" de Aravind Adiga) ainda li.
Prémio Nobel 2009 - Herta Müller
Nunca vi a senhora mais gorda.
Prémio José Saramago 2009 - "As Três Vidas" de João Tordo (Quidnovi)
Vá lá...Ainda não li, mas ao menos já o comprei. A parte mais cara já está despachada.
Prémio Literário Fernando Namora 2009 - "A Sala Magenta" de Mário de Carvalho (Caminho)
Conheço apenas de reputação. Tanto o galardoado, como o autor que dá nome ao prémio. Tenho um livro de cada em casa para me apresentar, mas ainda não chegou a sua vez.
Prémio P.E.N. Clube de Ficção 2009 - "Myra" de Maria Velho da Costa (Assírio e Alvim)
Está na lista.
Prémio Leya 2009 - "O Olho de Hertzog", de João Paulo Borges Coelho
O vencedor da primeira edição não me cativou o suficiente para ler tal tijolo. Achei que o jaguar estava bem era à solta na selva. O vencedor deste ano é uma incógnita para mim. Nem de nome o conheço.
E tu, já fizeste a tua parte para salvar o planeta?
Urinar no duche para poupar água. Eis que após a campanha para erradicar o ponto de exclamação, surge finalmente uma causa de idêntica nobreza. Lanço um apelo a que o maior número possível de blogs, adopte o seguinte slogan: "Este blog urina no duche!". Acalento também a esperança, de que o Pedro Vieira venha a patrocinar mais esta demanda com um dos seus desenhos.
O Planeta conta com todos nós.
A vergonha só se perde uma vez
"Não consigo perceber. Para mim foi uma surpresa muito grande." Fátima Felgueiras, sobre a sua derrota eleitoral.
Em busca do tempo perdido II
No passado dia 5 de Outubro, celebrou-se o quadragésimo aniversário da primeira emissão de Monty Python's Flying Circus. Falta imperdoável da minha parte não o assinalar. Como fã incondicional, não quero deixar de seleccionar alguns dos meus sketches favoritos.
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O Homem em Queda - Don DeLillo
Don DeLillo, um dos mais conceituados romancistas norte-americanos contemporâneos, escreve nesta obra sobre os atentados de 11 de Setembro de 2001. Mais concretamente, sobre as suas sequelas. O grau de espectacularidade com que foram realizados, e a destruição que infligiram, chocaram o mundo inteiro. Inculcaram no espírito colectivo um sentimento de terror de que nenhum lugar era seguro doravante. Todos vimos as imagens até à exaustão, e ouvimos análises intermináveis ao que sucedeu. Ouvimos até que fizesse, de alguma forma, sentido. Foi um marco, e nunca nada voltará a ser igual. Mas ficou para trás. Excepto para os residentes de Nova Iorque, que muito tempo após a solidariedade e comoção geradas se desvanecerem, continuaram a ter de enfrentar o dia seguinte com esta chaga ainda demasiado presente. É neste terreno que se move o livro. No que ficou irremediavelmente mudado e para quê.
O núcleo central de personagens é constituído por Keith, Lianne e o filho de ambos, Justin. Uma família que teve um novo fôlego graças ao trauma provocado pela tragédia, e que funciona como um microcosmos exemplificativo de diversos prismas da sociedade.
Keith, um dos sobrevivente das torres, lida com as recordações que vão progressivamente emergindo e procura recuperar um sentido para a sua existência. Embora o seu primeiro instinto seja procurar Lianne (de quem estava separado), cedo compreende que certos sentimentos são passíveis de compreensão apenas por quem passou por uma experiência similar. Acompanhamos a sua tentativa de descobrir se ainda existe um lugar no mundo que lhe proporcione alguma harmonia. Mantém um equilíbrio precário entre a sua realidade familiar e os fantasmas que não mais o abandonam. Todo o ódio, raiva e desespero que sente têm de ser extravasados de alguma forma, e é nos pequenos hábitos que Keith tenta encontrar forma de se reerguer, ou quanto mais não seja, de se anestesiar.
Lianne debate-se com o regresso de Keith, um Keith diferente. Assistimos ao dilema de uma reconciliação que pode ser um novo começo, mas também não passar de uma fuga para o conforto de uma vida conhecida que a poupe ao medo e angústia. As conversas com a sua mãe (cuja saúde se deteriora rapidamente), e o grupo de leitura para idosos que organiza, acabam por funcionar como um barómetro da sua sanidade. Tem a perspectiva de um nova-iorquino que não esteve fisicamente no Ground Zero, mas que nem por isso saiu incólume. Todos os habitantes da cidade perderam alguém. E todos perderam uma parte de si.
Justin e os seus amigos, ainda crianças, tentam assimilar o que sucedeu recorrendo à imaginação própria dessa idade. Ao efabularem os acontecimentos desse dia fatídico, acabam por criar um universo próprio, com o qual os pais têm dificuldade em comunicar. Somente o tempo lhes permite ir descobrindo a linguagem necessária para o fazer, e assim sarar o mal feito a mentes tão impressionáveis.
Embora numa escala mais reduzida, também mergulhamos na vida de um dos executantes do atentado. O seu comportamento no período que antecede esse derradeiro acto e as razões com que justificou perante si próprio a escolha que fez.
As circunstâncias do livro são utilizadas para uma metáfora do período subsequente. O poderio e visão da América sobre o mundo, e como este lhe devolve o olhar (sem nunca resvalar para um tom panfletário). A importância incontornável dos laços de família (mesmo os disfuncionais), para o ser humano. O lugar de Deus na nossa sociedade. E a inevitabilidade de seguir em frente, haja o que houver.
O final é muito bem conseguido, transmitindo uma sensação de círculo completo em que o 9/11 e o presente se encontram. Também a razão que dá origem ao título é um toque de inspiração.
O domínio narrativo e estilístico de DeLillo é praticamente perfeito. Mas embora seja essa a minha avaliação de um ponto de vista imparcial, a nível emotivo nunca estabeleci uma empatia forte o suficiente com a história. Cheguei a achá-la enfadonha em algumas partes. Simplesmente, nunca me preocupei o suficiente com as angústias das personagens. Ainda assim, é um livro que creio valer a pena conhecer.
O núcleo central de personagens é constituído por Keith, Lianne e o filho de ambos, Justin. Uma família que teve um novo fôlego graças ao trauma provocado pela tragédia, e que funciona como um microcosmos exemplificativo de diversos prismas da sociedade.
Keith, um dos sobrevivente das torres, lida com as recordações que vão progressivamente emergindo e procura recuperar um sentido para a sua existência. Embora o seu primeiro instinto seja procurar Lianne (de quem estava separado), cedo compreende que certos sentimentos são passíveis de compreensão apenas por quem passou por uma experiência similar. Acompanhamos a sua tentativa de descobrir se ainda existe um lugar no mundo que lhe proporcione alguma harmonia. Mantém um equilíbrio precário entre a sua realidade familiar e os fantasmas que não mais o abandonam. Todo o ódio, raiva e desespero que sente têm de ser extravasados de alguma forma, e é nos pequenos hábitos que Keith tenta encontrar forma de se reerguer, ou quanto mais não seja, de se anestesiar.
Lianne debate-se com o regresso de Keith, um Keith diferente. Assistimos ao dilema de uma reconciliação que pode ser um novo começo, mas também não passar de uma fuga para o conforto de uma vida conhecida que a poupe ao medo e angústia. As conversas com a sua mãe (cuja saúde se deteriora rapidamente), e o grupo de leitura para idosos que organiza, acabam por funcionar como um barómetro da sua sanidade. Tem a perspectiva de um nova-iorquino que não esteve fisicamente no Ground Zero, mas que nem por isso saiu incólume. Todos os habitantes da cidade perderam alguém. E todos perderam uma parte de si.
Justin e os seus amigos, ainda crianças, tentam assimilar o que sucedeu recorrendo à imaginação própria dessa idade. Ao efabularem os acontecimentos desse dia fatídico, acabam por criar um universo próprio, com o qual os pais têm dificuldade em comunicar. Somente o tempo lhes permite ir descobrindo a linguagem necessária para o fazer, e assim sarar o mal feito a mentes tão impressionáveis.
Embora numa escala mais reduzida, também mergulhamos na vida de um dos executantes do atentado. O seu comportamento no período que antecede esse derradeiro acto e as razões com que justificou perante si próprio a escolha que fez.
As circunstâncias do livro são utilizadas para uma metáfora do período subsequente. O poderio e visão da América sobre o mundo, e como este lhe devolve o olhar (sem nunca resvalar para um tom panfletário). A importância incontornável dos laços de família (mesmo os disfuncionais), para o ser humano. O lugar de Deus na nossa sociedade. E a inevitabilidade de seguir em frente, haja o que houver.
O final é muito bem conseguido, transmitindo uma sensação de círculo completo em que o 9/11 e o presente se encontram. Também a razão que dá origem ao título é um toque de inspiração.
O domínio narrativo e estilístico de DeLillo é praticamente perfeito. Mas embora seja essa a minha avaliação de um ponto de vista imparcial, a nível emotivo nunca estabeleci uma empatia forte o suficiente com a história. Cheguei a achá-la enfadonha em algumas partes. Simplesmente, nunca me preocupei o suficiente com as angústias das personagens. Ainda assim, é um livro que creio valer a pena conhecer.
Classificação: 7/10
Edição: 2007
Tradutor: Paulo Faria
Editor: Sextante
Páginas: 260
Tradutor: Paulo Faria
Editor: Sextante
Páginas: 260
Em busca do tempo perdido I
Uma das grandes polémicas pré-eleitorais, foi o saneamento de Manuela Moura Guedes dos ecrãs nacionais. Não acredito muito nas alegações de interferência do PS, não devido a uma crença na sua inabalável ética (aquelas reportagens sobre o Freeport não devem ser muito populares em São Bento), mas sobretudo por causa do timing. Mais depressa culparia os seus adversários políticos. A altura do reajustamento do edifício informativo em Queluz, foi realmente infeliz. Mas parece-me evidente para qualquer pessoa, que a abordagem irreverente (chamemos-lhe assim) adoptada por Moura Guedes, só era possível devido à coincidência de ser o seu marido quem mais ordenava naquela casa. Sem me alongar sobre os (de)méritos da mesma, após a saída de José Eduardo Moniz da TVI, era apenas uma questão de tempo até a responsável pelo Jornal de Sexta levar o proverbial pontapé.
Aproveito para partilhar o seguinte texto que me enviaram por mail:
TVI - A Minha Leitura (José Niza)
Fui director de programas da RTP e depois seu administrador. E garanto-vos que, se alguma vez algum apresentador ou jornalista desse uma entrevista a chamar-me “estúpido”, a primeira coisa que aconteceria seria o cancelamento imediato do seu programa, independentemente de haver ou não eleições em curso.
Por isso me parece incompreensível que, embora rios de tinta já se tenham escrito sobre o cancelamento do jornal nacional que Manuela Moura Guedes (MMG) apresentava na TVI, todos os analistas e comentadores tenham ignorado a explosiva e provocatória entrevista que MMG deu ao Diário de Notícias dias antes de a administração da TVI lhe ter acabado com o programa.
Em meu entender essa entrevista, realizada com antecedência para ser publicada no dia do regresso de MMG com o seu jornal nacional, foi a gota de água que precipitou a decisão da TVI. É que, o seu conteúdo, de tão explosivo e provocatório que era, começou a ser divulgado dias antes. E se chegou ao meu conhecimento, mais cedo terá chegado à administração da TVI.
Nessa entrevista MMG chama “estúpidos” aos seus superiores. Aliás, as palavras “estúpidos” e “estupidez” aparecem várias vezes sempre que MMG se refere à administração.
É um documento que merece ser analisado, não somente do ângulo jornalístico, mas sobretudo do ponto de vista comportamental. É uma entrevista de uma pessoa claramente perturbada, convicta de que é a maior (”Eu sou a Manuela Moura Guedes”!) e que se sente perseguida por toda a gente. (Em psiquiatria esse tipo de fenómenos são conhecidos por “ideias delirantes”, de grandeza ou de perseguição).
MMG diz-se perseguida pela administração da TVI; afirma que os accionistas da PRISA são “ignorantes”; considera-se “um alvo a abater”; acusa José Alberto de Carvalho, José Rodrigues dos Santos e Judite de Sousa de fazerem “fretes ao governo” e de serem “cobardes”; acusa o Sindicato dos Jornalistas de pessoas que “nunca fizeram a ponta de um corno na vida”; diz que o programa da RTP 2, Clube de Jornalistas, é uma “porcaria”; provoca a ERC (Entidade Reguladora da Comunicação Social); arrasa Miguel Sousa Tavares e Pacheco Pereira, etc.
E quando o entrevistador lhe pergunta se um pivô de telejornal não deve ser “imparcial”, “equidistante”, “ponderado”, ela responde: “Então metam lá uma boneca insuflável”!
Como é que a uma pessoa que assim “pensa” e assim se comporta, pode ser dado tempo de antena em qualquer televisão minimamente responsável?
Ao contrário do que alguns pretendem fazer crer – e como sublinhou Mário Soares – esta questão não tem nada a ver com liberdade de imprensa ou com a falta dela. Trata-se, simplesmente, de um acto e de uma imperativa decisão administrativa, e de bom senso democrático.
Como é que alguém, ou algum programa, a coberto da liberdade de imprensa, pode impunemente acusar, sem provas, pessoas inocentes? É que a liberdade de imprensa não é um valor absoluto, tem os seus limites, implica também responsabilidades. E quando se pisa esse risco, está tudo caldeirado. Há, no entanto, uma coisa que falta: uma explicação totalmente clara e convincente por parte da administração da TVI, que ainda não foi dada.
Vale também a pena considerar os posicionamentos político-partidários de MMG e do seu marido.
J. E. Moniz tem, desde Mário Soares, um ódio visceral ao PS. Sei do que falo. MMG foi deputada do CDS na AR.Até aqui, nada de especialmente especial.
O que já não está bem – e é criminoso – é que ambos se sirvam de um telejornal para impunemente acusarem pessoas inocentes, sem quaisquer provas, instilando insinuações e induzindo suspeições.
Ainda mais reles é o miserável aproveitamento partidário que, a começar no PSD e em M. F. Leite, e a acabar em Louçã e no BE, está a ser feito. Estes líderes políticos, tal como Paulo Portas e Jerónimo de Sousa, sabem muito bem, que nem Sócrates nem o governo tiveram qualquer influência no caso TVI. Eles sabem isto. Mas Salazar dizia: “O que parece, é”!
E eles aprenderam.
P.S.
A jovem apresentadora chamava-se Manuela Moura Guedes.
E se eu soubesse o que sei hoje…
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Bitaites
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Para mais tarde recordar
Addio, adieu, aufwiedersehen, Goodbye,
meu querido mês de Agosto. Para o ano há mais.
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Bitaites
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Cavalo de Ferro continua desaparecida em combate
A editora Cavalo de Ferro continua com destino incerto. Devido a um processo judicial em que está envolvida, não pode aceder aos seus livros. A encomenda dos mesmos continua pendente até data incerta. Aguardam-se novos desenvolvimentos.
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Editoras
O Alexandria pode provocar dependência
Homem do Leme, obrigado pelo prémio atribuído. Fico lisonjeado que aches o meu blog viciante. Vou esforçar-me por continuar a alimentar a dependência de forma condigna. Aqui vão as três coisas que quero fazer:
1. Percorrer as Terras Altas da Escócia. Das muitas viagens que ambiciono fazer, esta tem um lugar especial. Sempre as associei a uma atmosfera quase divina.
2. Criar uma editora. Não é um projecto particularmente original. São muitos os amantes de livros que partilham este desejo.
3. Saltar de pára-quedas pelo menos uma vez. Tendo em conta que sofro de vertigens, talvez não seja a ideia mais inteligente que já tive. Mas deve ser uma sensação de liberdade fantástica (isto, se o coração não parar entretanto).
1. Percorrer as Terras Altas da Escócia. Das muitas viagens que ambiciono fazer, esta tem um lugar especial. Sempre as associei a uma atmosfera quase divina.
2. Criar uma editora. Não é um projecto particularmente original. São muitos os amantes de livros que partilham este desejo.
3. Saltar de pára-quedas pelo menos uma vez. Tendo em conta que sofro de vertigens, talvez não seja a ideia mais inteligente que já tive. Mas deve ser uma sensação de liberdade fantástica (isto, se o coração não parar entretanto).
Não me leves a mal, mas não tenho muito jeito para continuar correntes. Vou por isso, esquivar-me a enumerar os 10 blogs a quem atribuir o prémio. É-me muito mais natural espalhar referências aos meus blogs de eleição nos diferentes textos que vou escrevendo.
Um abraço
domingo, 23 de agosto de 2009
Os livros de António Barreto
Recuperar um texto de António Barreto sobre a sua biblioteca. A quem sofrer das enfermidades descritas, acho impossível não se rever pelo menos em parte no mesmo.
Paz à sua alma
As melhoras do pobre computador não passaram afinal de um último suspiro. O seu tempo entre nós extinguiu-se. Devido ao seu estado terminal, o meu acesso à Internet esteve fortemente condicionado. Com a situação agora resolvida, o expediente volta finalmente ao normal.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Razões de uma ausência prolongada
Não tenho actualizado o Alexandria nos últimos tempos. O que nos primeiros dias se prendeu com a minha ausência por motivo de férias, teve agora a ver com dificuldades técnicas. O pobre computador esteve em vias de dar o badagaio. Se se confirmarem as suas melhoras, voltarei a um ritmo de publicação mais regular.
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